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Como escolher um plano de saúde: 6 pontos além do preço

16 de set.
4 min de leitura

O pediatra que acompanha seu filho. O hospital em que você confia. Um laboratório no caminho do trabalho. Na hora de escolher um plano de saúde, esses detalhes fazem parte da decisão junto com o valor da mensalidade.

Duas propostas podem parecer parecidas no orçamento e funcionar de formas bem diferentes quando você precisa de atendimento. Antes de contratar, confira estes seis pontos e leve suas dúvidas para a cotação.


Imagem ilustrativa de mãe e filho conversando com uma médica durante atendimento.

1. Comece pela rede que faz sentido para sua rotina

Se você já se consulta com determinados médicos ou tem um hospital de preferência, confira se eles fazem parte da rede do produto cotado. Uma mesma operadora pode oferecer planos com redes diferentes: o nome da empresa, sozinho, não confirma o acesso ao estabelecimento.


Pense também nos deslocamentos. Para uma família com crianças, por exemplo, ter pediatria, laboratório e pronto atendimento acessíveis pode pesar bastante na escolha. Peça a relação atualizada da rede e confirme o atendimento para o plano específico.

Na prática: além do nome do hospital, pergunte se a unidade oferece o atendimento de que sua família precisa como pronto atendimento pediátrico — no produto que você está cotando.


2. Entenda o que está incluído na cobertura


Cobertura ambulatorial, hospitalar e obstétrica são coisas diferentes. A ambulatorial abrange consultas, exames e procedimentos ambulatoriais. A hospitalar contempla internações; a modalidade com obstetrícia inclui também a atenção ao parto, observadas as condições aplicáveis.


Existem combinações dessas coberturas. Por isso, pergunte exatamente o que a proposta oferece e confira se a acomodação prevista é enfermaria ou apartamento. Se ter filhos faz parte dos seus planos, coloque a cobertura obstétrica e as carências nessa conversa desde o início.


3. Confira em quais cidades você poderá usar o plano

A abrangência geográfica define a região de atendimento do produto. Um plano regional e um nacional podem atender a necessidades bem diferentes.


Você mora e trabalha em cidades distintas? Viaja com frequência? Seus dependentes estudam em outra região? Leve essas informações para a cotação. Não presuma que o atendimento estará disponível em qualquer lugar apenas porque a operadora atua em todo o Brasil.


Imagine quem mora em Guarulhos e trabalha na Lapa: a comparação precisa considerar as duas regiões e o caminho entre elas. Pense em onde seria mais viável fazer uma consulta em um dia de trabalho.


4. Compare o custo total, incluindo a coparticipação

Em planos com coparticipação, determinados atendimentos geram cobranças adicionais à mensalidade, conforme as regras contratadas. Uma mensalidade menor, portanto, precisa ser avaliada junto desses valores.


Peça a tabela de cobrança e faça uma simulação com sua rotina: consultas, exames e acompanhamentos frequentes. Compare também um mês de uso maior. O objetivo é entender se o custo total cabe no orçamento sem atrapalhar os cuidados necessários.


Um jeito simples de comparar: anote a mensalidade de cada proposta e acrescente as cobranças previstas para duas consultas e os exames que você costuma fazer. Use os valores da tabela de cada plano; esse exercício ajuda a enxergar o gasto além do boleto fixo.


Antes de decidir, tire dúvidas sobre quais serviços geram cobrança, como os valores são calculados e quando serão cobrados. Aproveite para pedir uma explicação sobre os reajustes previstos no contrato.


5. Saiba quando cada cobertura poderá ser utilizada

Carência é o período que pode ser necessário aguardar após a contratação para utilizar determinadas coberturas. Ela não é igual para todos os serviços, e existem situações de isenção previstas nas regras da ANS.


Solicite os prazos da proposta por escrito e confira a data de início da vigência. Se você já tem um plano, vale verificar a possibilidade de portabilidade de carências e seus requisitos antes de cancelar o contrato atual. Trocar de operadora não significa, por si só, ter todas as carências dispensadas.


6. Entenda qual modalidade de contratação está sendo oferecida


Planos individuais ou familiares, coletivos empresariais e coletivos por adesão têm formas de contratação distintas. Nos coletivos, é necessário atender aos critérios de vínculo e elegibilidade aplicáveis.


Peça que a proposta identifique a modalidade e explique as condições de inclusão de dependentes, reajuste e cancelamento. Essas informações precisam entrar na comparação junto do preço e da rede.


Antes de pedir uma cotação, tenha estas informações


  • Quem vai usar o plano e qual é a idade de cada pessoa.

  • Em quais cidades e bairros vocês precisam de atendimento.

  • Quais hospitais, médicos e laboratórios gostariam de manter.

  • Qual mensalidade cabe no orçamento e se desejam comparar opções com coparticipação.

  • Se já possuem um plano e qual é o produto atual.


Uma boa cotação começa com uma boa conversa

Na Kaprice Seguros, o atendimento é próximo e personalizado. Conte para nossa equipe quem precisa do plano, em quais cidades pretende utilizá-lo, quais hospitais considera importantes e qual orçamento deseja avaliar.


Com essas informações, fica mais fácil conversar sobre as opções disponíveis e esclarecer as diferenças entre as propostas. Você merece fazer essa escolha entendendo o que está contratando.



As coberturas, redes, valores e condições de contratação variam conforme o produto e a operadora. Consulte a proposta, o contrato e as regras aplicáveis antes de contratar.

 
 
 

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